FUTSAL NA VEIA | 01/08/2020
Rei da Caneta! Fabinho relembra da história no futsal


Considerado um dos jogadores mais habilidosos de Palmeira, Fábio Vargas Cruz relembra grandes momentos que teve nas quadras, onde ganhou o apelido de Rei da Caneta, em referência ao drible que era sua especialidade.

- Muita saudade daquele época, fico feliz em contar como tudo aconteceu. Em 1998 houve uma peneira no Ginasião, com o Miguel Araújo, Professor Carlão, Edelson Sezerotto e outros envolvidos na época. Fui bem na peneira e fui chamado por eles para integrar a equipe.

Em uma equipe profissional, Fabinho tinha idade de juvenil e recordou a experiência.

- Naquele ano não jogamos na categoria juvenil, então fui direto para o profissional, com todas as feras. Aprendi muito, observava eles, tentava pegar o jeito deles para crescer meu futsal.

Lesões frearam a ascensão e perseguiram o habilidoso ala.

- Sofri muito com as lesões. Primeiro com o tornozelo, depois tive a infelicidade de estourar o púbis e essa lesão é quase incurável, foi dificultando muito pra eu ter sequência de jogos. Tivemos grandes equipes, tanto Palmeira Futsal, como Ouro Verde e no ano do título da Prata, não aguentei a carga de treinos, sentia muito o púbis e tive que me afastar para tratar.

Mesmo com as lesões, Fabinho seguiu jogando, pois a paixão pelo futsal era maior.

- Tentei sempre, joguei algumas Taças RBS, fui campeão com a Félix também. Só não conseguia aguentar o ritmo profissional mais.

Com muita saudade do Sul, o Rei da Caneta reside em Mogi das Cruzes-SP, onde se diz feliz, porém com muita saudade.

- Vim em busca de uma vida melhor e graças à Deus, hoje estou bem. Sou gerente de um Restaurante de comida japonesa, é uma grande rede, com 9 lojas. A saudade é enorme e sempre que possível, volto à Palmeira rever todos os amigos e jogar uma bolinha com o pessoal.

Fabinho é casado, tem duas filhas e já está há mais de dez anos em São Paulo.


Por: Deive Gessinger.

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