EDUCAÇÃO | 12/04/2018
20ª CRE fala com CPM e Comissão de Pais sobre problemas na rede elétrica do Instituto Borges do Canto


Na tarde de hoje, 12/04, às 13hs30min, o CPM (Círculo de Pais e Mestres) do Instituto Estadual de Educação Borges do Canto, juntamente com uma Comissão de Pais em prol da reforma da Escola formada também pelas advogadas Tatiana Fortes, Adriana Lencina e Dioneia Caron, estiveram reunidos em frente à instituição de ensino para rumarem em caminhada até a 20ª CRE - Coordenadoria Regional de Educação - com o intuito de buscar uma resposta referente à atual situação da rede elétrica do instituto, a qual, segundo relatos, está há algum tempo comprometida colocando em risco a integridade física de alunos, professores e funcionários do educandário.

Ao chegar na 20º CRE, o grupo formado de representantes dos pais com as advogadas e vereadores foram recebidos por membros da coordenadoria para que respostas fossem obtidas referente aos problemas supracitados.

Segundo a 20ª CRE, na tarde de ontem (11/04) foi liberado o valor de R$ 6.000,00 para fazer o pagamento do projeto elétrico realizado por uma empresa terceirizado, sem o pagamento o projeto não poderia ser utilizado. A partir daí a empresa vencedora da licitação no valor de R$ 150.000,00 que realizará os reparos da rede elétrica será chamada. Ainda assim, há uma dúvida se este montante conseguirá custear também uma subestação elétrica que será necessária para utilizar a energia elétrica com segurança.

“A professora Ana Jossade (Coordenadora da 20ª CRE) está em Porto Alegre, ontem pela manhã conseguiu audiência com o setor de obras e a força tarefa para fazer este processo agilizar, hoje pela manhã estava novamente com eles, o dinheiro está liberado. Há uma burocracia que precisa ser vencida, demos passos importantes esta semana, semana que vem a Ana irá novamente à Porto Alegre. Estamos à disposição, as portas estão abertas, é uma questão de burocracia”, disse João Fagundes, do setor Financeiro da 20ª CRE.

Ontem, o Ministério Público acionou o Corpo de Bombeiros para que seja avaliada a estrutura do instituto e um laudo seja emitido avaliando se a estrutura pode continuar recebendo os alunos e funcionários. Há um laudo de 2016 e sem data de validade, realizado por um engenheiro elétrico, afirmando que a escola pode parcialmente funcionar. Como foi dito no momento, o Corpo de Bombeiro não poderia contrariar um laudo de um engenheiro elétrico, sendo assim, foi solicitada para a 20 ª Coordenadoria uma nova vistoria de um engenheiro elétrico para dizer se a Escola pode continuar em funcionamento. Em caso de haver consenso do não uso do prédio as aulas poderão ser parcialmente suspensas até que haja um outro lugar para que as aulas sejam lecionadas ou a reforma esteja concluída. O tempo dado pelo grupo formado entre CPM e Comissão de Pais é de uma semana.




Eduardo Ardenghi/A Madrugada

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